Dependência digital e o impacto na saúde mental - uma revisão narrativa
Palavras-chave:
Dependência Digital, Tecnologia, Saúde Mental, Uso AbusivoResumo
This article aims to understand how the pathological use of social media affects users' mental health. In contemporary society, technology plays a significant role in social connectivity due to the ease of connection in the virtual environment. According to Turkle (2012), the act of “living connected” protects individuals from feelings of loneliness and helplessness, resulting in a reluctance to disconnect and in difficulties developing social relationships outside social networks. Digital dependence can be conceptualized as an irresistible desire to remain connected, irritability when away from one's cell phone, an inability to disconnect, and the prioritization of virtual life over offline interpersonal relationships (Fortim & Araújo, 2013). The abusive and excessive use of technology has numerous negative effects on users' lives, such as social distancing, reduced sleep quality, poorer nutrition, and lower academic and professional performance (Abreu et al., 2017). This narrative literature review was theoretically grounded in national and international scientific articles, without establishing a specific publication period. Searches were conducted in databases and journals indexed in LILACS, SciELO, PePSIC, PubMed, and Google Scholar, focusing on studies addressing digital addiction and factors negatively affecting mental health.
Referências
Abreu, C. N., et al. (2008). Dependência de internet e de jogos eletrônicos: Uma revisão. Revista Brasileira de Psiquiatria, 30(2), 156–167. https://www.scielo.br/j/rbp/a/T8y3pYpXy7wWj9v6DRdRxfR/?format=pdf&lang=pt
Alencar, A. F. (2005). O pensamento de Paulo Freire sobre a tecnologia: Traçando novas perspectivas [Apresentação de trabalho]. V Colóquio Internacional Paulo Freire, Recife, Brasil.
Alves, P. A. B. (2014). A dependência da internet: Efeitos na saúde [Dissertação de mestrado, Instituto Politécnico de Coimbra]. https://comum.rcaap.pt/bitstreams/b75f1a66-e27b-4a02-b0d9-d793bd4a181e/download
Barbosa, M. K. (2013). Viver conectado, subjetividade no mundo contemporâneo. Ide, 35(55), 89–101. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31062013000100008
Beck, J. S. (2022). Terapia cognitivo-comportamental: Teoria e prática (3. ed.). Artmed.
Bobsin, D., & Hoppen, N. (2014). Estruturação de redes sociais em organizações: Um estudo de caso. Revista de Administração. https://www.revistas.usp.br/rausp/article/view/86390
Bordignon, C., & Bonamigo, I. S. (2017). Os jovens e as redes sociais virtuais. Pesquisas e Práticas Psicossociais, 12(2), 310–326.
Centro Universitário do Norte. (2024, 15 de agosto). Dependência tecnológica em adolescentes: Como identificar e tratar. https://www.uninorte.com.br/dependencia-tecnologica-em-adolescentes-como-identificar-e-tratar/
Costa, A. R., et al. (2020). A atualidade do pensamento de Paulo Freire sobre as tecnologias: Letramentos digitais e críticos. Olhar de Professor, 23. https://doi.org/10.5212/OlharProfr.v.23.2020.16603.209209228763.0810
Da Silva, J. G. T., et al. (2023). Utilização de redes sociais por acadêmicos de medicina de uma universidade do estado de Santa Catarina. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, 15(43), 94–116. https://periodicos.ufsc.br/index.php/cbsm/article/view/76399
Fortim, I., & Araújo, C. A. (2013). Aspectos psicológicos do uso patológico de internet. Boletim – Academia Paulista de Psicologia, 33(85), 292–311. https://pepsic.bvsalud.org/pdf/bapp/v33n85/a07.pdf
Moreira, S. F. R. (2018). Internet e os jovens: Efeitos da dependência numa conjetura atualista. https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/8428/1/6155_13176.pdf
Moromizato, M. S., et al. (2017). O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, 41(4), 497–504. https://doi.org/10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118
Mota, D. C. B., et al. (2021). Saúde mental e uso de internet por estudantes universitários: Estratégias de enfrentamento no contexto da COVID-19. Ciência & Saúde Coletiva, 26(6), 2159–2170. https://doi.org/10.1590/1413-81232021266.44142020
Musso, P. (2006). Ciberespaço, figura reticular da utopia tecnológica. In Sociedade midiatizada. Mauad.
Nicolaci-da-Costa, A. M. (2004). Impactos psicológicos do uso de celulares: Uma pesquisa exploratória com jovens brasileiros. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 20(2). https://www.scielo.br/j/ptp/a/Q3sRJyBQX9qkwqwqGpRMX8v/?format=pdf&lang=pt
Sampaio, D. (2013). Uso excessivo das tecnologias pode trazer sérios riscos à vida social. Rede Globo. https://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/08/uso-excessivo-das-tecnologias-pode-trazer-serios-riscos-vida-social.html
Santaella, L. (2013). Intersubjetividade nas redes digitais: Repercussões na educação. In A. Primo (Org.), Interações em rede (Vol. 1, pp. 33–50). Sulina.
Santos, D. A. N., et al. (2018). Training of social skills in internet dependence: Narrative bibliographical review. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 14(2), 85–94. https://doi.org/10.5935/1808-5687.20180013
Seabrook, E. M., et al. (2016). Social networking sites, depression, and anxiety: A systematic review. JMIR Mental Health. https://doi.org/10.2196/mental.5842
Spizzirri, R. C. P., et al. (2012). Adolescência conectada: Mapeando o uso da internet em jovens internautas. Psicologia Argumento, 30(69).
Turkle, S. (2012). Connected, but alone? [Vídeo]. YouTube. https://youtu.be/t7Xr3AsBEK4
Wright, J. H., et al. (2008). Aprendendo a terapia cognitivo-comportamental: Um guia ilustrado. Artmed.
Young, K. S. (2011). Avaliação clínica de pacientes dependentes de internet. In K. S. Young & C. N. de Abreu (Orgs.), Dependência de internet: Manual e guia de avaliação e tratamento. Artmed.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
ARK
Licença
Copyright (c) 2026 (CC BY 4.0)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.















